Verizon Wireless
| Cellco Partnership | |
|---|---|
| Nome comercial | Verizon |
| Divisão | |
| Atividade | Telecomunicações |
| Fundação | 4 de abril de 2000, em Bedminster, Nova Jérsia, Estados Unidos |
| Fundador(es) | |
| Sede | One Verizon Way, Basking Ridge, Nova Jérsia, Estados Unidos[1] |
| Área(s) servida(s) | Estados Unidos |
| Locais | 2.330 lojas próprias |
| Pessoas-chave | Dan Schulman, diretor-executivo da Verizon Communications |
| Serviços | |
| Empresa-mãe | Verizon Communications |
| Divisões | Verizon Value Visible by Verizon |
| Antecessora(s) | Bell Atlantic Mobile
|
| Website | verizon |
Cellco Partnership[5], que opera sob o nome comercial Verizon e antes usava Verizon Wireless, é uma operadora norte-americana de telefonia móvel. É a maior operadora móvel dos Estados Unidos, com 146,8 milhões de assinantes em 31 de março de 2026.[6] Sua rede LTE cobre cerca de 6,94 milhões de km² do território norte-americano.[7]
A empresa tem sede em Basking Ridge, Nova Jérsia. Foi criada em 4 de abril de 2000 como um empreendimento conjunto da empresa norte-americana Bell Atlantic Corporation, que pouco depois passou a se chamar Verizon Communications, com a britânica Vodafone.[8] A Verizon Communications tornou-se a única proprietária em 2014, ao comprar a participação de 45% da Vodafone.[9] Numa reorganização feita em 2019, os produtos e serviços móveis passaram para as divisões Verizon Consumer e Verizon Business, e o nome Verizon Wireless deixou de ser usado.
A Verizon opera redes nacionais 5G e 4G LTE que alcançam cerca de 99% da população dos Estados Unidos.[10] No primeiro semestre de 2024, a rede venceu cinco das oito categorias nacionais dos relatórios RootScore da RootMetrics, entre elas desempenho geral, dados, acessibilidade e vídeo. Também recebeu o maior número de prêmios nos testes estaduais e metropolitanos.[11] A empresa vende serviços de telefonia móvel para diferentes tipos de aparelho.[12] Seu programa LTE in Rural America reúne 21 operadoras rurais e cobre 2,7 milhões de usuários em potencial em 169 condados.[13] Em 2015, a Verizon anunciou o desenvolvimento de uma rede 5G.[14] Em 2020, sua rede 5G com compartilhamento dinâmico de espectro, ou DSS, estava disponível para 230 milhões de pessoas.[15] Em 2024, a rede 5G Ultra Wideband cobria 250 milhões de pessoas.[16]
História
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Em setembro de 1999, a operadora norte-americana Bell Atlantic e a britânica Vodafone AirTouch propuseram a criação de um empreendimento conjunto de telefonia móvel avaliado em US$ 70 bilhões.[17] A iniciativa avançou enquanto a Bell Atlantic se fundia com a GTE Corporation. Em abril de 2000, as empresas anunciaram que a fusão Bell Atlantic-GTE adotaria o nome Verizon e que a unidade móvel da Bell Atlantic e da Vodafone se chamaria Verizon Wireless. Sua razão social era Cellco Partnership, que operava como Verizon Wireless.[18] A Verizon Communications ficou com 55% da empresa, e a Vodafone manteve 45%.[8] A Comissão Federal de Comunicações aprovou a fusão Bell Atlantic-GTE em 16 de junho de 2000.[19] A operação formou a maior empresa de telefonia móvel dos Estados Unidos.[20] A Verizon Wireless permaneceu nessa posição até a Cingular Wireless comprar a AT&T Wireless em 2004.[21]
Entre 2000 e 2009, a Verizon comprou operadoras e ativos de telefonia móvel nos Estados Unidos. As aquisições abrangeram a West Virginia Wireless em 2006,[22] a Ramcell em 2007,[23] a Rural Cellular Corporation[24] e a SureWest Communications em 2008.[25] Ainda em 2008, fechou um acordo para comprar a Alltel por US$ 5,9 bilhões em ações e assumir US$ 22,2 bilhões em dívidas.[26][27] A compra foi concluída em 9 de janeiro de 2009 e devolveu à Verizon Wireless a posição de maior rede móvel do país.[26] Pelo acordo, a Verizon vendeu à AT&T propriedades rurais de telefonia móvel em Alabama, Arizona, Califórnia, Colorado, Iowa, Kansas, Michigan, Minnesota, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México, Dakota do Norte, Dakota do Sul, Tennessee, Utah, Virgínia e Wyoming.[28] A empresa comprou parte dos mercados da Plateau Wireless em 2012[29] e a operação da Golden State Cellular em 2014.[30]
A Verizon Communications, que já era a proprietária majoritária, assumiu o controle integral do negócio móvel em 2014 ao comprar a participação de 45% da Vodafone.[31] A Vodafone recebeu US$ 58,9 bilhões em dinheiro, US$ 60,2 bilhões em ações e US$ 11 bilhões por outros meios.[9][32] O The New York Times estimou o valor da Verizon Wireless em cerca de US$ 290 bilhões.[9]
No fim de 2014, tornou-se público que a Verizon Wireless usava inspeção profunda de pacotes para inserir, no servidor, um identificador exclusivo do cliente chamado X-UIDH em todos os cabeçalhos HTTP não criptografados. O mecanismo recebeu os nomes de "supercookie" e "cookie permanente". Tecnicamente, não era um cookie, pois não guardava informações no aparelho e permanecia invisível para o usuário. Bloqueadores de anúncios comuns não impediam sua inserção, mas o identificador não podia ser acrescentado a conexões HTTPS ou por VPN. A Verizon oferecia o sistema a parceiros de marketing. A Electronic Frontier Foundation pediu o encerramento do programa, chamou a prática de "profunda violação de confiança" e questionou a alteração dos dados enviados pelos usuários sem uma opção de recusa completa.[33][34][35][36][37] Em janeiro de 2015, a Verizon anunciou que permitiria a recusa. A opção passou a estar disponível pela internet ou por telefone em 1 de abril daquele ano.[38]
Em agosto de 2016, a Verizon contratou Ronan Dunne, antigo chefe da operadora britânica O2, para presidir seu negócio móvel.[39]
Em setembro de 2016, a Comcast confirmou que lançaria um serviço móvel em meados de 2017 usando a rede da Verizon como operadora móvel virtual.[40][41]

Em fevereiro de 2017, diante da concorrência da Sprint e da T-Mobile US, a Verizon retomou um plano de dados "ilimitado". A velocidade podia ser reduzida em áreas congestionadas depois de 22 GB de uso. A empresa também ampliava a capacidade da rede com macrocélulas e agregação de portadoras. Como a Verizon não restringiu a taxa de bits dos serviços de vídeo, Sprint e T-Mobile retiraram limitações parecidas de seus planos.[42]
Em março de 2017, a Verizon anunciou que o AppFlash viria instalado em todos os seus aparelhos Android, com a função de encontrar conteúdo e serviços em outros aplicativos.[43] A decisão recebeu críticas.[44]
Em maio de 2018, Miguel Quiroga, antigo executivo da Verizon, lançou em Denver, Colorado, a operadora pré-paga Visible, financiada e controlada pela Verizon.[45][46]
Em 8 de junho de 2018, a Verizon anunciou que Hans Vestberg assumiria o cargo de diretor-executivo em 1 de agosto.[47]
Em agosto de 2018, o corpo de bombeiros do Condado de Santa Clara, na Califórnia, apresentou provas numa ação que pedia o restabelecimento das regras de neutralidade da rede. A corporação acusou a Verizon de reduzir a velocidade de um plano móvel "ilimitado" usado num veículo que coordenava o combate ao incêndio Mendocino Complex. Um atendente disse que seria necessário contratar um plano mais caro para recuperar a velocidade. A Verizon reconheceu que os termos do contrato não foram explicados corretamente e que o representante descumpriu a política interna de retirar essas limitações em emergências.[48]
Em 2019, os serviços da Verizon Wireless foram divididos entre Verizon Consumer e Verizon Business.[49][50] O nome "Wireless" deixou de ser usado, e a rede móvel passou a se chamar apenas Verizon. A empresa ainda usa com frequência a abreviação "VZW", na qual a letra W vem de Wireless.
Em 2020, a Verizon lançou o serviço móvel pré-pago Yahoo! Mobile[51] depois de adquirir uma participação de 10% no Yahoo!.[52] O serviço foi encerrado em 31 de agosto de 2021, e seus clientes foram direcionados para a Visible.[53][54]
Em 23 de novembro de 2021, a Verizon comprou a TracFone Wireless por cerca de US$ 6,25 bilhões.[55]
Coleta de metadados pela NSA
[editar | editar código]Em junho de 2013, documentos entregues por Edward Snowden ao The Guardian revelaram uma ordem secreta que obrigava a Verizon a fornecer diariamente à Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos os metadados de chamadas feitas dentro do país e entre os Estados Unidos e o exterior. Os registros continham números, localização, horário e duração das ligações, mas não seu conteúdo.[56] Em janeiro de 2013, a NSA havia coletado 2,3 bilhões de dados de comunicação no Brasil.[57]
Rede
[editar | editar código]A Verizon Wireless opera redes 5G e 4G LTE.[58] Em janeiro de 2020, a Verizon afirmava que sua rede 4G chegava a 99% da população dos Estados Unidos.[59] Dados colaborativos da OpenSignal apontavam cobertura de 95,9%.[60]
Antes do lançamento da LTE, a Verizon mantinha apenas uma rede CDMA2000. A outra grande operadora norte-americana dessa tecnologia era a Sprint. Os primeiros testes da rede 4G LTE começaram em 2008,[14] como parte da passagem das tecnologias móveis anteriores para o novo padrão mundial.[61] Em dezembro de 2010, a Verizon Wireless lançou a rede 4G LTE em 39 mercados.[62] Um ano depois, ela cobria 200 milhões de pessoas em 190 mercados.[63] Em 2016, a LTE alcançava 98% dos Estados Unidos e transportava 92% do tráfego de dados da operadora.[64]
Em 2012, a operadora comprou espectro das maiores empresas de TV a cabo dos Estados Unidos, entre elas a Comcast e a Spectrum, formada naquele momento pela Time Warner Cable e pela Bright House Networks, para ampliar sua rede de dados.[65] A capacidade adicional permitiu o lançamento da XLTE, nome dado à LTE na banda 4, em 2013. A tecnologia aumentou a capacidade em mercados populosos ou congestionados.[66]
Como a 4G LTE era uma rede de dados, as chamadas de voz ainda passavam pela rede CDMA2000 no lançamento.[67] Em setembro de 2014, a Verizon lançou a voz sobre LTE, ou VoLTE.[68] Com ela, as chamadas podiam percorrer a rede LTE e o aparelho podia usar voz e dados ao mesmo tempo, algo indisponível nas chamadas CDMA2000 tradicionais. A empresa também lançou o HD Voice, com áudio de melhor qualidade nas chamadas VoLTE, e videochamadas nativas em aparelhos Android. Em março de 2016, ativou as chamadas por Wi-Fi. Em agosto de 2015, quase 4 milhões dos 103,7 milhões de assinantes usavam VoLTE.[68] Em 2019, a Verizon planejava desligar a CDMA2000 no fim de 2020 e deixar a VoLTE como única forma de realizar chamadas em sua rede.[69]
Em setembro de 2015, o arquiteto-chefe de informação e tecnologia Roger Gurnani disse que a Verizon testaria uma rede 5G no prazo de 12 meses e faria "algum nível de implantação comercial" até 2017.[14] No fim de agosto de 2016, a empresa anunciou serviços LTE Advanced em 461 mercados e afirmou que aparelhos compatíveis teriam velocidades de dados pelo menos 50% maiores.[70]
No fim de 2019, o serviço 5G da Verizon funcionava em 30 cidades dos Estados Unidos.[71] A rede usava o espectro de ondas milimétricas, ou mmWave.[72] Esse espectro de alta frequência oferecia grande velocidade, mas tinha alcance curto e perdia intensidade ao atravessar construções.[73][74]
Em outubro de 2020, durante a apresentação do IPhone 12, a Verizon anunciou a implantação ampla de 5G no espectro abaixo de 6 GHz, sob o nome "Nationwide 5G". O serviço alcançava distâncias maiores que o 5G mmWave, rebatizado como "5G Ultra Wideband". Ele estava disponível para a maioria dos clientes com aparelho compatível, ao passo que o mmWave exigia um dos planos ilimitados mais novos. A rede compartilhava dinamicamente o espectro com a LTE e não atingia a mesma velocidade do mmWave.[75] Em dezembro de 2020, mais de 200 milhões de pessoas tinham acesso à rede 5G por meio do DSS. Em abril de 2023, a cobertura da 5G Ultra Wideband chegava a 200 milhões de pessoas.
A Verizon pretendia desativar sua rede 2G e 3G CDMA em 1 de janeiro de 2021, em favor da LTE e da 5G, mas suspendeu o desligamento por tempo indeterminado pouco antes da data.[76] A empresa definiu uma nova data, 31 de dezembro de 2022.[77] Clientes com aparelhos exclusivamente CDMA ou dispositivos LTE sem suporte a VoLTE precisaram trocá-los para permanecer na rede. O desligamento terminou no fim de 2022.[78]
No relatório da RootMetrics sobre o primeiro semestre de 2024, a Verizon ficou em primeiro lugar no desempenho nacional geral, na acessibilidade da rede, nos dados e no vídeo. No desempenho de mensagens de texto, empatou na primeira posição.[11]
Bandas de radiofrequência
[editar | editar código]A Verizon usa as bandas de frequência 4G LTE e 5G NR listadas abaixo nos Estados Unidos. Sua rede CDMA foi desligada em 31 de dezembro de 2022.[78]
| Banda de frequência | Número da banda | Protocolo | Geração | Estado | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 700 MHz, bloco C superior SMH | 13 | LTE/LTE-A/ LTE-A Pro |
4G | Ativa e implantada | Banda LTE primária, lançada em dezembro de 2010.[79] O espectro cobre todo o território continental dos Estados Unidos.[80] |
| 850 MHz CLR | 5 | Ativa, com conversão para NR | Capacidade LTE adicional em banda baixa. Em parte dos mercados, foi substituída por 5G NR no mesmo espectro.[81] | ||
| 1,7/2,1 GHz AWS | 4/66 | Recebeu o nome "XLTE" no lançamento.[82] É a segunda camada de cobertura LTE e aumenta a largura de banda nos mercados maiores. | |||
| 1,9 GHz PCS | 2 | Terceira camada de cobertura LTE, usada para aliviar congestionamentos.[83] | |||
| 3,5 GHz CBRS | 48 | Ativa e em implantação | Capacidade adicional em áreas selecionadas.[84][85] | ||
| 5,2 GHz U-NII | 46 | ||||
| 850 MHz CLR | n5 | NR/5G-A | 5G | Ativa e em implantação | Estas são as bandas primárias da rede 5G NR e recebem o nome "5G Nationwide". O espectro é compartilhado com a LTE por DSS. Em parte dos mercados, passa a ser reservado ao 5G NR à medida que cresce o uso de aparelhos 5G.[81] O lançamento ocorreu em outubro de 2020.[86] |
| 1,7/2,1 GHz AWS | n66 | ||||
| 1,9 GHz PCS | n2 | ||||
| 3,7 GHz Banda C | n77 | Recebe o nome "5G Ultra Wideband" e foi lançada em 19 de janeiro de 2022.[87] | |||
| 28 GHz, banda Ka | n261 | Estas são as bandas mmWave da "5G Ultra Wideband". Células pequenas permitem velocidades de 4 gigabits. Entraram em operação em maio de 2019. | |||
| 39 GHz, banda Ka | n260 |
Redes desativadas
[editar | editar código]A Verizon operava as redes listadas abaixo.
| Banda de frequência | Número da banda | Protocolo | Geração | Estado | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 850 MHz CLR | N/A | AMPS | 1G | Desativada | A rede foi desligada em 18 de fevereiro de 2008.[88][89] |
| 800 MHz CLR | 0 | IS-95/1xRTT/ EVDO/eHRPD |
2G/3G | A rede foi desligada em 31 de dezembro de 2022.[78] | |
| 1,9 GHz PCS | 1 |
Aplicativos
[editar | editar código]A Verizon Wireless oferece aplicativos e serviços exclusivos a seus assinantes. Muitos vêm pré-instalados nos aparelhos da operadora, sobretudo nos smartphones Android. A prática recebeu críticas de usuários e analistas, que chamaram os programas de bloatware quando repetiam funções já presentes no sistema operacional.[90][91][92]
O aplicativo NFL Mobile permitia aos assinantes assistir a jogos da National Football League e ao canal NFL Network. Antes pago, tornou-se gratuito para todos os clientes a partir da Temporada da NFL de 2015. Pelo contrato de exclusividade, apenas assinantes da Verizon Wireless podiam assistir às transmissões da liga em aparelhos com tela de até 18 cm. O acordo terminou depois da Temporada da NFL de 2017.[93][94][95][96] A Verizon assinou um novo contrato de direitos digitais por cinco anos, sem exclusividade por tipo de aparelho. O conteúdo passou a ser distribuído também pelas marcas de mídia digital do Yahoo Inc., sem ficar restrito aos clientes da operadora.[97][93]
Um acordo que deu à Verizon os direitos de nome da categoria também concedeu aos assinantes acesso a transmissões exclusivas no aplicativo oficial da IndyCar Series.[98]
O My Verizon permite consultar o uso da conta, alterar o plano e administrar seus recursos.[99][100][101] O Verizon Cloud sincroniza pela internet fotos, vídeos, contatos, mensagens e registros de chamadas. Foi lançado para aparelhos Android em abril de 2013[102] e para iOS no mês seguinte.[102][103] O Verizon Messages, também chamado Message+, é um aplicativo alternativo de mensagens de texto que sincroniza conversas entre aparelhos.[104] O VZ Navigator era um serviço por assinatura de mapas e navegação passo a passo, com dados de trânsito obtidos por colaboração dos usuários, previsão do tempo, eventos, opções de entretenimento, preços de combustível, assistência rodoviária e mapas em duas ou três dimensões.[105] O Verizon Support & Protection oferecia suporte técnico, localização de aparelhos perdidos e, no Android, antivírus.[106]
O Verizon Family Locator é um serviço por assinatura que localiza no mapa familiares cadastrados em até dez aparelhos.[107][108] O Verizon Family Base permite que pais limitem o horário e a forma como os filhos usam o telefone, consultem seus contatos e bloqueiem os aparelhos.[108][109] A Verizon também vendeu o GizmoPal, um telefone de pulso para crianças que só fazia ou recebia chamadas de dois responsáveis escolhidos e tinha rastreamento por GPS.[110][111]
Outros aplicativos da Verizon Wireless foram o Field Force Manager, que permitia às empresas localizar funcionários por GPS, administrar folhas de ponto e acompanhar viagens,[112] o Visual Voice Mail[113] e o Roadside Assistance.[114][115]
Produtos e serviços
[editar | editar código]A Verizon Wireless oferece telefonia móvel e fixa residencial, além de acesso à internet por diferentes aparelhos.
Telefonia móvel
[editar | editar código]A Verizon Wireless vende smartphones com o iOS da Apple e o Android do Google.[12] Seus telefones básicos e smartphones usam as redes 4G LTE ou 5G.[116] A empresa oferece planos de voz e dados.[117][118]
Telefonia fixa sem fio
[editar | editar código]Lançado em fevereiro de 2015 como Verizon Wireless Home Phone Connect, o Wireless Home Phone fornece telefonia residencial pela rede celular da Verizon, sem fios de telefonia fixa tradicionais.[119]
Banda larga móvel e Wi-Fi
[editar | editar código]A rede móvel da Verizon usa o nome Jetpack.[120] A empresa ofereceu internet residencial por um roteador 4G LTE com voz, capaz de conectar até dez aparelhos por Wi-Fi e fornecer serviço telefônico residencial.[121] O aparelho e o serviço foram descontinuados.[122]
LTE na América Rural
[editar | editar código]O programa LTE in Rural America, ou LRA, lançado em maio de 2010, cobre 2,7 milhões de usuários em potencial numa área de 583.000 km², distribuída por 169 condados rurais.[13] As operadoras parceiras alugam espectro da Verizon Wireless e se conectam à rede da empresa. A Verizon fornece apoio técnico e recursos para que cada parceira construa sua própria rede 4G LTE. Os clientes podem usar a rede rural e a rede da Verizon, o que aumenta a cobertura de cada operadora.[123] Em 2015, todos os integrantes do LRA já haviam concluído a implantação de suas redes 4G LTE.
Ver também
[editar | editar código]- Telefonia móvel, tecnologia e serviços de comunicação por redes celulares
- 5G, quinta geração de redes móveis usada pela operadora
- Verizon Communications, empresa proprietária da rede
- T-Mobile US, uma das concorrentes nacionais da Verizon
Referências
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